Agindo com Lealdade ao Coração para que possamos Voar.

Hora de agir com Lealdade ao Coração para que possamos Voar.

Existe um momento na jornada em que percebemos que não estamos mais onde estávamos, mas também ainda não chegamos ao lugar onde sentimos que pertencemos. É como se fosse um espaço no meio do caminho entre quem já fomos e quem está emergindo. Um lugar onde o coração sente, mas a mente ainda tenta entender.

E, nesse lugar, geralmente surge um conflito interno. Não mais entre o que é certo e errado, mas entre o que disseram que era o certo... e o que, de fato, faz sentido dentro de nós. 

Não existe certo ou errado, existe o que é coerente com o caminho de cada um. E quando algo dói, aperta ou exige que você se abandone para caber, isso já diz muita coisa. Em algum momento, a estrutura começa a rachar.

Dói perceber os momentos em que tentamos nos encaixar em algo que não era nosso, olhar pra trás e ver o quanto nos cobramos por isso e também reconhecer o quanto colocamos no outro a responsabilidade por termos acreditado em certas coisas que eram apenas nossa responsabilidade refletir e compreender. Mas chega uma hora em que fica claro: nem se culpar e nem culpar o outro ou o externo resolve

Porque o ponto nunca foi esse. O ponto é a consciência. O ponto é o amor.

Não precisamos atravessar tudo sempre pela dor, pela densidade ou pela ideia de que só existe cura através de processos difíceis e sofridos. Isso é uma crença, uma ilusão do véu.

Convido a todos a despertar para essa consciência. Do outro lado, encontramos leveza e amor.

Essa nova consciência já está — de uma maneira muito forte — acessível por aqui.

E, com ela, existe uma outra possibilidade de vivermos esses processos: de cima para baixo, do sutil para o denso. É como se as camadas mais conscientes começassem a ensinar as partes mais densas dentro de nós a se acolherem, a se reorganizarem, a ressignificarem sem precisar passar pelo extremo, mas observando, brincando e fortalecendo.

A cura não precisa doer para ser real. 

A transformação não precisa vir acompanhada de sofrimento para ser válida. Existe um caminho possível onde o amor conduz o processo, onde a consciência guia, sustenta e integra, onde o que é novo não destrói o que veio antes, mas reorganiza e integra com mais presença, mais verdade e mais leveza.

É possível escolher renovar pelo amor.

Quando a consciência se expande pelo amor, algo muda de lugar dentro de nós. Começamos a perceber que as coisas são o que são, que não existe controle sobre o externo, sobre o outro, sobre o tempo ou sobre os processos. E que a única responsabilidade real é respeitar isso e o livre-arbítrio.

Não é necessário desculpar, pois não existe culpa. Nem perdoar, pois tudo é experiência.

Isso não significa aceitar tudo passivamente, significa parar de insistir em mudar o que não está sob o nosso alcance e começar a olhar para o que, de fato, é nosso: as nossas escolhas, os nossos limites, a forma como nos posicionamos e as nossas ações.

Um dos pontos importantes desse processo é soltar aquilo que, mesmo doendo, parece estável. Aquilo que já conhecemos, que já virou padrão. O apego não está no que é bom, mas no que é familiar. Mas lembre-se: nada que fere é permanente — nós é que nos acostumamos a permanecer ali. 

E soltar isso não é esquecer, abandonar ou fingir que não aconteceu. É simplesmente não deixar mais que aquilo continue definindo quem você é. Parar de esperar de fora algo que, no fim das contas, precisa começar dentro.

E é aqui que entra um ponto muito importante pra mim hoje, dentro da energia do Kin 130, do Cachorro Cósmico Branco: a lealdade conosco e com nossos corações

Amar não é só sentir — é se respeitar, se ouvir e se honrar, mesmo quando isso exige decisões difíceis. Porque não existe amor verdadeiro sem autoamor.

Ser leal a si, muitas vezes, significa se escolher. E isso pode envolver mudanças, situações que doem, mas que também libertam. Seguir em frente, no meio de tudo isso, não é sobre ter certeza de nada. É muito mais simples do que parece. É sobre...

One foot in front of the other, one single day at a time.

Uma escolha de cada vez.
Um desapego de cada vez.

Mesmo com medo, mesmo sem clareza, mesmo com o coração ainda processando e em reconstrução.

Podemos chamar nossa consciência amorosa para ajudar.

Seguir em frente não é esquecer, nem invalidar o que foi vivido. É reconhecer, aprender, integrar... e então voar. No fim, seguir em frente é um ato de amor.

E hoje, se eu pudesse deixar um convite simples, seria esse: volta pra você. Respira, sente o seu coração e começa, aos poucos, a soltar o que já não sustenta quem você é. Sem pressa, sem cobrança, sem precisar ter tudo resolvido.

Só continua.

Com amor e gratidão, 🐉✨💜

👽 ESCRITO POR:
Gaby Ah
El’ivien Shaen

🛸 LINKS DA AUTORA:
NAVES | UNIVERSO

        

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