A Chave da Consciência é a Presença. A Chave do Tempo é a Frequência.

A Chave da Consciência é a Presença. A Chave do Tempo é a Frequência.


Existe um ponto em que o estado de presença deixa de ser um exercício e passa a ser nossa frequência natural
Como reconhecer essa transição?


Essa foi uma das perguntas feitas durante uma das aulas da Universidade Cósmica. A resposta nos conduz por uma reflexão profunda sobre presença, consciência, tempo e realidade, mostrando que viver no Agora não significa nunca mais pensar no passado ou no futuro, mas desenvolver uma relação completamente diferente com eles.

A presença como uma segunda natureza.

Existe, sim, um momento em que o estado de presença deixa de ser apenas uma prática e passa a se tornar algo natural. No entanto, essa transição não acontece de maneira absoluta.

Mesmo pessoas que permanecem grande parte do tempo em profundo estado de presença ainda transitam, em determinados momentos, entre lembranças do passado e projeções para o futuro. Talvez isso aconteça por apenas alguns minutos durante o dia, talvez represente apenas uma pequena porcentagem do tempo, mas ainda acontece.

Isso faz parte da experiência humana.

Vivemos uma realidade multidimensional, porém ainda organizada dentro da percepção do tempo linear. Por isso, naturalmente existem momentos em que a mente utiliza passado e futuro para realizar escolhas, tomar decisões ou organizar determinadas ações.

A diferença está em como isso acontece.

Da disciplina ao hábito

No início, permanecer presente exige intenção. Assim como qualquer novo hábito, é necessário treino.

É semelhante ao início de uma rotina de exercícios físicos: mesmo sendo algo prazeroso, ainda exige comprometimento até que deixe de depender da força de vontade e passe a fazer parte da própria identidade. Com a presença acontece exatamente o mesmo.

Aquilo que inicialmente parece um exercício torna-se, com o tempo, uma segunda natureza.

Usando o passado e o futuro sem se prender a eles

Estar presente não significa ignorar completamente passado e futuro. Eles podem servir como referências. O cuidado está em não transformá-los em prisões. 

Passado, presente e futuro encontram-se profundamente entrelaçados. Eles não são estruturas fixas e imutáveis. Dependendo das crenças sustentadas, diferentes possibilidades tornam-se acessíveis.

Quando utilizamos apenas experiências passadas ou expectativas futuras para tomar decisões, existe o risco de reproduzirmos programas antigos que já não servem mais para nossa consciência. Mesmo possuindo inúmeras referências, é importante lembrar que as possibilidades continuam sendo infinitas.

O bom senso continua sendo essencial para manter o aterramento e realizar escolhas conscientes, mas permanecer preso apenas ao conhecido pode impedir o acesso às grandes oportunidades que habitam justamente no desconhecido. 

Confiar também faz parte do caminho.

Se uma escolha gerar um resultado positivo, ela trará crescimento.

Se gerar um resultado difícil, trará aprendizado.

Em ambos os casos, existe evolução.

O passado também pode ser ressignificado.

Assim como o futuro é maleável, o passado também pode ser.

Diversos trabalhos de regressão, hipnose e linhas do tempo demonstram que uma experiência passada pode ser transformada energeticamente através da consciência. Quando alguém revive internamente determinada situação e, de maneira consciente, recria aquela experiência sob uma nova perspectiva energética, uma nova organização do campo pode acontecer.

Durante a aula foi citado um estudo de caso apresentado por um hipnoterapeuta: Um cliente procurou ajuda após meses sem falar com um grande amigo, depois de uma discussão que gerou profundo afastamento entre ambos. Ao longo das sessões de hipnose, eles reconstruíram simbolicamente toda aquela experiência, modificando as falas, a energia e a forma como aquele encontro havia acontecido.

Após esse processo, o cliente sentiu-se preparado para procurar o amigo e pedir desculpas.

Ao encontrá-lo, ouviu uma resposta inesperada:

— "Desculpas pelo quê? Não aconteceu nada entre nós."

O amigo simplesmente não se lembrava mais da discussão.

Na percepção daquele cliente, a experiência havia sido tão profundamente reorganizada que uma nova linha do tempo parecia ter se estabelecido para ambos. Independentemente da forma como cada pessoa interpreta esse fenômeno, o exemplo ilustra o poder da consciência na ressignificação da própria realidade.

Modificando nossa percepção do tempo.

Outro aspecto importante da presença é sua relação direta com o tempo.

Quanto maior o estado de presença, mais facilmente percebemos que o tempo é maleável: Ele pode parecer expandir-se ou comprimir-se. Essa percepção está ligada à frequência em que nos encontramos.

Uma das sínteses mais importantes apresentadas durante a aula foi esta:

A chave para esticar ou comprimir o tempo é a frequência. A chave para perceber sua horizontalidade é a presença.

Quando consciência e frequência caminham juntas, nossa relação com o tempo começa a mudar. Não porque o relógio se altera, mas porque a forma como experimentamos a realidade se transforma.

Frequência, emoções e percepção temporal

Quando observamos escalas de consciência, como a Escala Hawkins ou a Escala Agatha, percebemos que cada emoção corresponde a determinado nível vibracional (em hertz). Quanto mais baixa a frequência emocional, mais difícil torna-se perceber a flexibilidade do tempo.

Isso explica situações muito comuns: Quando estamos em um compromisso desagradável, desejando que ele termine logo, o tempo parece se arrastar. Já quando estamos sob pressão, com medo de não conseguir cumprir um prazo importante, o tempo parece escapar rapidamente das nossas mãos.

Nos dois casos existe uma sensação semelhante, onde o tempo parece agir contra aquilo que desejamos. Por outro lado, quando estamos em estados emocionais elevados, algo diferente acontece. 

Mesmo em situações desafiadoras, conseguimos permanecer produtivos, as ideias fluem, os insights aparecem, as conversas tornam-se mais profundas, as tarefas parecem acontecer com maior naturalidade... Em alguns momentos, até surge a sensação de que houve mais tempo disponível do que realmente havia no relógio.

Em estados elevados de presença, muitas vezes o tempo continua passando rapidamente, a diferença é que ele deixa de ser desperdiçado. Existe uma sensação de plenitude, cada instante parece mais completo e a experiência torna-se mais rica. O relógio continua marcando os mesmos minutos, mas a consciência vive muito mais dentro deles.

Um exemplo de expansão da percepção temporal

Durante a aula foi relembrada uma experiência compartilhada anteriormente por uma aluna. 

Ao entrar no chuveiro, ela definiu uma intenção muito específica: experimentar uma percepção diferente do tempo. Durante o banho, teve a sensação clara de permanecer aproximadamente vinte minutos ali. Quando saiu, verificou o relógio: Haviam passado apenas cinco minutos.

A experiência aconteceu logo após entrar em estado de presença e estabelecer conscientemente essa intenção.

Um potencial que sempre existiu.

Essas possibilidades não surgiram apenas agora.

Desde sempre, a consciência possui acesso a essas nuances da experiência temporal. O que está mudando é a quantidade de pessoas que começam a vivenciar esses estados de forma direta.

Isso acontece em função do crescimento do autoconhecimento, do trabalho interno, das ativações de consciência e do aumento gradual da frequência coletiva. Ao mesmo tempo, Gaia também atravessa seu próprio processo de expansão vibracional.

Por isso, experiências relacionadas à presença, à maleabilidade do tempo e à percepção mais ampla da realidade tendem a tornar-se cada vez mais frequentes. Não porque antes fossem impossíveis. Mas porque agora estão se tornando mais acessíveis para aqueles que verdadeiramente percorrem o caminho do despertar da consciência.


🤍 Gratidão e até breve...

𓂃 Egrégora da Universidade Cósmica 🎓

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👽 ESCRITO POR:
Universidade Cósmica

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