Códigos de Confiança Inabalável.

Códigos de Confiança Inabalável.

Confie em você. Confie em você. Confie em você.

Há frases que parecem simples quando as ouvimos pela primeira vez, mas que, conforme atravessamos determinadas experiências, revelam camadas que antes não conseguíamos perceber. Essa é uma delas.

Eu a ouvi pela primeira vez através de Micah, professor da Universidade Cósmica, no ano passado.

Recentemente, ela voltou para mim através de um Dragão Azul que esteve muito presente durante a construção da: Formação da Mesa Quântica dos Dragões.

Não sei o seu nome. Não sei exatamente de onde ele vem. Mas conheço a frequência que ele carrega — e, principalmente, reconheço o ensinamento que ele repetiu inúmeras vezes durante esse processo:

Confie em você.

Quanto mais eu construía a formação, mais compreendia que aquilo não poderia ser apenas um curso ensinando alguém a utilizar uma ferramenta terapêutica. Havia algo anterior à técnica que precisava ser lembrado. Antes de aprender a movimentar uma mesa, interpretar um campo, perceber uma energia ou conduzir qualquer processo, existe alguém que precisa acreditar na própria capacidade de perceber, sentir, escolher e agir. 

Existe um canal. E esse canal é você.

A ferramenta não é o canal.

Nós gostamos de ferramentas — e existe uma razão para isso. 

Ferramentas organizam frequências, ampliam possibilidades, direcionam movimentos, facilitam leituras e podem potencializar profundamente um trabalho energético. Uma mesa radiônica, um tarot, um cristal, um pêndulo, uma técnica terapêutica, uma meditação, um método, uma formação ou qualquer outro instrumento pode se tornar uma extensão extremamente poderosa do trabalho que realizamos. 

Mas existe uma diferença importante entre compreender uma ferramenta como amplificadora da nossa energia e colocar nela a origem do nosso poder. A ferramenta participa do processo. Ela pode ampliar, sustentar, organizar, direcionar e facilitar. Mas ela não substitui o canal. E o canal somos nós.

Quando esquecemos disso, começamos a acreditar que precisamos de alguma coisa externa para confirmar aquilo que já percebemos internamente. E, pouco a pouco, sem perceber, transferimos nossa autoridade para fora de nós. A ferramenta deixa de ser apoio e começa a ocupar um lugar que nunca deveria ter ocupado: o lugar da nossa própria percepção. Talvez um dos maiores aprendizados espirituais não seja aprender a acessar cada vez mais ferramentas, mas aprender a permanecer diante delas sem entregar a elas a nossa soberania.

Isso não significa abandonar técnicas ou acreditar que conhecimento não seja necessário. Muito pelo contrário. Estudar é importante. Aprender é importante. Desenvolver método, responsabilidade e discernimento é importante. 

Mas conhecimento e confiança precisam caminhar juntos. 

Porque você pode conhecer profundamente uma técnica e ainda assim paralisar diante dela se não confiar naquilo que percebe. Pode estudar durante anos e continuar procurando alguém que diga se está fazendo certo. Pode possuir dezenas de ferramentas e ainda se sentir incapaz de tomar uma decisão sem consultar alguma delas.

Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja apenas:

“Eu sei fazer?”

Talvez seja:

“Eu confio em mim enquanto faço?”

O ruído que silencia o canal.

Durante a preparação da Formação da Mesa Quântica dos Dragões, esse foi um dos pontos que mais se repetiu. Não bastava ensinar os símbolos, os movimentos, as frequências ou a maneira de conduzir um atendimento. Era necessário trabalhar aquilo que acontece antes de qualquer leitura: o estado interno de quem está utilizando a Mesa.

Porque um canal pode estar aberto e, ainda assim, ser silenciado pela própria dúvida.

Você percebe alguma coisa e imediatamente pensa e interrompe: será que fui eu que inventei? 

Sente uma direção e pergunta: será que estou interpretando errado?

Recebe uma informação intuitiva e, antes mesmo de permitir que ela se complete, tenta racionalizá-la, corrigir, encaixar, comparar ou invalidar aquilo que acabou de sentir. Então uma percepção que poderia surgir de maneira limpa começa a passar por tantas camadas de insegurança que, quando finalmente chega à superfície, já está misturada com medo, expectativa, necessidade de acertar e julgamento.

É por isso que trabalhar um canal não significa apenas aprender a “receber mais”. Muitas vezes significa aprender a interferir menos.

E interferimos menos quando confiamos.

A confiança cria espaço.

Ela não exige que você tenha todas as respostas. Não exige que você nunca erre. 

Não significa acreditar que toda percepção que surge em sua mente seja automaticamente uma verdade absoluta. Na realidade, confiança e discernimento precisam existir juntos. Uma pessoa verdadeiramente confiante não precisa transformar cada percepção em certeza. 

Ela consegue dizer: “É isso que percebo neste momento.” 

Consegue observar. Experimentar. Ajustar. Aprender. 

Reconhecer quando algo funciona e quando precisa ser revisto.

Porque confiança inabalável não significa nunca mudar de ideia, significa não abandonar a si todas as vezes que precisar mudar.

Nada é escrito em pedra.

Confiança não é ausência de dúvida.

Existe uma ideia muito comum de que uma pessoa confiante não sente medo, não hesita e nunca questiona suas escolhas. Eu não acredito nisso. Para mim, confiança não nasce da ausência de dúvida. Ela nasce da capacidade de continuar se ouvindo mesmo quando a dúvida aparece.

Você pode sentir medo e ainda confiar em si.

Pode entrar em um território completamente novo e ainda confiar em si.

Pode não saber exatamente qual será o resultado e ainda confiar em sua capacidade de lidar com aquilo que surgir.

Pode tomar uma decisão, perceber depois que faria diferente e continuar confiando em si.

Talvez essa seja uma das diferenças entre buscar certeza e desenvolver confiança. A certeza quer garantias sobre o futuro. A confiança sabe que, independentemente do que o futuro apresentar, você permanecerá consigo e isso muda tudo.

Muitas vezes não estamos paralisados por falta de capacidade. Estamos paralisados porque queremos ter certeza antes de começar. Queremos saber se vai funcionar antes de tentar. Queremos sentir que estamos completamente preparados antes de nos apresentar. Queremos dominar a ferramenta antes de utilizá-la. Queremos a confirmação de que estamos no caminho correto antes de dar o próximo passo.

Mas há coisas que só podem ser aprendidas depois que começamos.

Há percepções que só ficam mais nítidas quando confiamos nelas.

Há habilidades que não se desenvolvem no estudo, mas na experiência.

Há caminhos que não aparecem antes do movimento.

A confiança não diz: “Eu sei exatamente o que vai acontecer.”

A confiança diz: “Eu confio em mim para descobrir.”

Códigos de Confiança Inabalável.

Quando o Dragão Azul trouxe para mim essa ideia, compreendi que não estávamos falando sobre repetir frases positivas tentando convencer nossa mente de algo que ainda não sentimos. O código é mais profundo. É uma lembrança que precisa ser incorporada.

Você é parte essencial daquilo que está criando.

Não existe manifestação completamente separada daquele que manifesta. Não existe trabalho energético completamente separado daquele que o conduz. Não existe projeto separado da pessoa que escolheu fazê-lo nascer. Não existe ferramenta separada da consciência que a utiliza.

Nós participamos de tudo aquilo que criamos.

E talvez por isso tantas coisas mudem quando nossa relação conosco muda.

Quando você acredita que não é capaz, cada dificuldade parece confirmar sua incapacidade. Quando acredita que precisa de alguém para validar suas percepções, qualquer opinião externa ganha um peso enorme. Quando acredita que precisa estar completamente pronta, passa anos se preparando para começar. Quando acredita que os outros sabem mais sobre você do que você mesma, sua própria voz vai ficando cada vez mais baixa.

Mas quando você começa a confiar em si, o movimento se transforma.

Você experimenta.

Você aprende.

Você observa os resultados.

Você recalibra.

Você volta para o centro.

Você tenta novamente.

Não porque acredita que atingirá a perfeição, mas porque entende que não precisa ser perfeito, basta ser equilibrado.

A confiança inabalável nasce desse relacionamento interno. Ela não é uma medalha que conquistamos depois que acumulamos experiência suficiente. Ela é construída justamente enquanto nos permitimos viver experiências sem abandonar nossa própria referência.

Você é a parte mais importante daquilo que quer fazer nascer.

Existe uma frase que gosto muito porque resume de maneira simples o ensinamento que os Dragões vêm trazendo:

Entender é importante. Integrar é o que transforma.

Podemos compreender intelectualmente que somos capazes. Podemos estudar sobre manifestação, espiritualidade, energia, intuição e soberania durante anos. Podemos repetir que somos cocriadores da nossa realidade. Podemos conhecer profundamente conceitos sobre multidimensionalidade, campo energético ou expansão de consciência.

Mas chega um momento em que tudo isso precisa deixar de ser apenas uma ideia bonita.

Precisa virar posicionamento.

Precisa virar escolha.

Precisa virar movimento.

Precisa virar uma maneira de existir.

Se você deseja criar algo, existe uma parte desse processo que nenhuma ferramenta, mentor, formação ou técnica poderá realizar por você: acreditar o suficiente em si para colocar aquilo no mundo.

E quando digo acreditar, não estou falando sobre uma certeza ingênua de que tudo acontecerá exatamente como imaginamos. Estou falando de confiar na sua capacidade de participar conscientemente do processo. 

De aprender. De perceber. De escolher novamente. 

De atravessar erros sem transformá-los em uma sentença sobre quem você é. 

De reconhecer seus limites sem transformá-los em identidade. 

De continuar desenvolvendo aquilo que ainda não sabe.

Porque não precisamos nascer sabendo, precisamos estar disponíveis para aprender.

E precisamos confiar em nós o suficiente para começar.


Talvez você não perceba tudo hoje. Talvez uma informação intuitiva ainda pareça confusa. Talvez uma habilidade esteja apenas começando a despertar. Talvez você esteja construindo um projeto que ainda não sabe exatamente onde vai chegar. Talvez exista uma versão sua que você consegue sentir, mas ainda não consegue sustentar completamente.

Está tudo bem.

Confie em você enquanto caminha até ela.

Confie em você enquanto aprende.

Confie em você enquanto erra.

Confie em você enquanto muda.

Confie em você enquanto constrói.

Confie em você. Confie em você. Confie em você.

Formação da Mesa Quântica dos Dragões.

Antes de formar terapeutas, fortalecer canais.

Foi por isso que, durante a construção da Formação da Mesa Quântica dos Dragões, ficou cada vez mais evidente para mim que a preparação precisava ir muito além de ensinar o funcionamento de uma Mesa.

Sim, a formação prepara terapeutas para trabalhar com a Mesa Quântica dos Dragões. 

Existe o estudo dos símbolos, das frequências, dos movimentos e de toda a estrutura necessária para utilizá-la. Mas, antes disso, existe um processo de preparação do próprio canal.

As meditações, frequências, ativações e práticas que fazem parte da jornada foram organizadas justamente para que a pessoa não chegue apenas ao final sabendo operar uma ferramenta, mas percebendo a si mesma de uma maneira diferente. 

Trabalhamos presença. Percepção. Intuição. Campo energético.

E, repetidamente, autoconfiança.

Porque eu não quero formar pessoas dependentes de uma Mesa. Quero que a Mesa seja uma extensão de pessoas que aprenderam a confiar mais profundamente em si mesmas.

Esse é, inclusive, o motivo pelo qual um dos bônus da formação trabalha especificamente os Códigos de Autoconfiança Inabalável através da PNL. 

Antes da ferramenta, o canal.

Antes da técnica, a consciência.

Antes de perguntar se você está fazendo certo, aprender a reconhecer aquilo que é verdadeiro para você.

E talvez seja exatamente esse o convite que o Dragão Azul queira deixar através deste contexto.

Você não precisa esperar alguém reconhecer sua capacidade para começar a reconhecê-la. Você não precisa ter todas as respostas para confiar na sua percepção. Você não precisa se tornar outra pessoa para começar.

Há algo dentro de você que já sabe caminhar.

Volte para o centro.

Volte para você.

E confie.


A Formação da Mesa Quântica dos Dragões está, finalmente, oficialmente disponível para aqueles que sentirem o chamado para trabalhar com essa ferramenta e com a Egrégora dos Dragões. Mas, acima de tudo, ela é um convite para desenvolver o instrumento mais importante que você terá em qualquer jornada terapêutica, espiritual ou criativa: Você!

Porque ferramentas potencializam.

Conhecimento direciona.

Experiências ensinam.

Mas é a confiança que permite que tudo isso atravesse você e se transforme em movimento.

Confie em você.

Talvez esse seja um dos códigos mais importantes que podemos lembrar.

Com amor e gratidão, 🐉✨

👽 ESCRITO POR:
Gaby Ah
El’ivien Shaen

🛸 LINKS DA AUTORA:
NAVES | UNIVERSO

        

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