Códigos de Luz na Arte Humana.
Se eu te dissesse que muitas músicas, filmes, séries e contos de fantasia trazem códigos que podem ativar nossa conexão com a Fonte, realizar curas no campo multidimensional, reprogramar nosso inconsciente para o roteiro que fizemos para cumprir nesta experiência atual, resgatar fractais nossos em outras linhas do tempo paralelas e até mesmo ressignificar experiências passadas?
Toda composição e toda história são canalizações, mesmo que muitos de seus compositores, escritores e autores não tenham consciência disso. Tudo é trazido de acordo com a vibração de quem está transmitindo essas histórias e músicas.
Sintonia da Verdade Divina. 🎼
Existe uma egrégora que atua especialmente nesses trabalhos: o projeto chamado Sintonia da Verdade Divina, conduzido por Metatron, Arcanjo Miguel, Arcanjo Rafael e Sandalphon. Eles uniram os Guardiões da Harmonia Divina, seres de várias galáxias que ancoraram esse projeto em Sírius e vieram auxiliar na condução da nova raça.
Estão em Gaia desde a antiga Lemúria/Atlântida, onde surgiu o Templo da Harmonia Divina. Quando ocorreu a queda de Lemúria, os sacerdotes e sacerdotisas do Templo da Harmonia Divina cantaram a canção conhecida como A Última Canção de Lemúria (Auld Lang Syne, trazida nesta era atual em 1788 pelo poeta escocês Robert Burns).
Eles cantaram como um compromisso de honrar tudo o que os povos de Lemúria se esforçaram para sustentar em Gaia, em uma dimensão elevada. E, mesmo com a queda, todos se reuniriam novamente para colher o que foi plantado.
Alguns membros do Templo da Harmonia Divina, antes da queda, migraram para o Egito, onde mais tarde esses conhecimentos foram integrados a novas atualizações. Na era egípcia, esses códigos passaram a ser guardados no Templo da Verdade.
Ao longo das eras, esses conhecimentos foram se espalhando pelo mundo, passando de mestres iniciados no Templo da Verdade para discípulos. E, nos dias atuais, muitos desses mestres estão encarnados auxiliando no processo de ascensão. Mesmo que nem todos tenham despertado sua consciência, suas almas conduzem o caminho assim que abraçam a vida e vivem sua essência.
Há também aqueles que adquiriram esses conhecimentos desde Lemúria e os utilizam de forma deturpada, mas isso não é o foco agora.
Você já ouviu uma música pela primeira vez e teve a certeza de que já a conhecia?
Ou, ao ver a letra, parecia que tinha sido feita para você?
Já se identificou com algum personagem de filme, série ou livro e pensou: “Meu Deus, sou eu”, mesmo que na sua vida nunca tenha vivido nada parecido com o que o personagem vive?
Se eu te dissesse que: sim, você já conhecia essa música; sim, ela foi feita para você; e sim, esse personagem é você.
Aqui entra o grande segredo: não procure sentido com a mente. O sentido vem no coração. Somos seres multidimensionais e, mesmo tendo consciência de quem somos no agora, também existimos ao mesmo tempo em várias realidades, universos, além de nossas versões passadas e futuras.
Como já disse, todos os compositores, escritores e autores canalizam suas obras. E sim, tudo é real em algum lugar do multiverso: você está vivendo a situação que eles trazem.
Por isso algumas pessoas gostam mais de certos filmes do que de outros, assim como acontece com músicas, séries e livros.
Não são apenas “gostos diferentes”; são almas diferentes vivendo experiências diferentes. E você deve estar se perguntando: “Mas há situações em que milhares de pessoas sentem isso com o mesmo personagem, com a mesma música”. Pois bem, nesse caso, compartilham da mesma mônada ou Eu Superior.
Se você não possui esse conhecimento sobre como a mônada se fragmenta em Eu Superior, depois em almas gêmeas e chamas gêmeas, deixo esse convite para que pesquisem por conta própria e integrem esse saber.
Pois, como já disse aqui, meu intuito é lhes mostrar o sentir e soltar o mental. Integre esses códigos que trago com o sentimento — que tantas vezes foi negado a vocês, pois tudo precisava ser comprovado, fazer sentido racional ou, pior, ser invalidado por não haver lógica nas experiências internas.
No caso das músicas, os códigos que elas trazem vêm através da letra, da melodia e da vibração.
Já no caso das séries, filmes e livros, os códigos vêm através da imersão na história.
Filmes e séries trazem a junção entre a imersão na narrativa — na grande maioria das vezes, para não dizer em todas — com a conexão gerada pelas trilhas sonoras. E, muitas vezes, podemos sentir que estamos realmente desligados desta realidade e plenamente dentro do universo das histórias.
Neste momento de transição, é muito importante escolhermos com consciência o que vamos consumir — e mais ainda, ter consciência do que é trazido ali e qual lição aquele seu outro eu está lhe mostrando, para que você não precise passar pelos mesmos desafios que ele enfrenta, ou qual ação você precisa tomar se deseja ver sua vida com um desfecho semelhante ao dele.
Intencionar, visualizar e confiar que: se você conseguiu em outra realidade, aqui você também consegue.
Quando você assiste ou ouve uma música com consciência de aprendizado, os códigos são ancorados e a cura necessária para alcançar essa realidade é realizada.
Seu inconsciente é reprogramado e você passa a viver de acordo com essa nova consciência.
Por: Comandante Dhahabi – Egregora Guardiões da Harmonia Divina.
Canalização: Cínthia Mahalo.
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Cínthia Mahalo
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